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abril 22, 2022

TUAS GERRAS E AS MINHAS PELEJAS

As verdades de hoje diante de tudo que li, vi e ouvi (19-03-22)

#OziOE

A guerra que está em tuas mãos não precisa ser a peleja das minhas armas!

Não é por que eu não te apoio em tuas ideologia que me torna tua oposição.

Só estou vendo a situação por uma ótica mais abrangente diante de tuas lentes desfocada
ou focada demais.

maio 12, 2014

BRASIL. UM PAÍS DE DESENCANTO.


 UM LUGAR DESONESTO VIOLENTO E RUIM PARA SE VIVER

REPRODUÇÃO (Fonte - Revista Isto é)

Se o Brasil fosse uma pessoa, como ela seria? Alegre? Confiável?  Distinta? Para uma parcela considerável da população, nenhum desses atributos traduz a verdadeira alma brasileira. Se o Brasil fosse alguém de carne e osso, a principal característica, aquela que se vê logo de cara, seria a desonestidade.
Um estudo inédito realizado pela consultoria BrandAnalytics, empresa ligada à Millward Brown Optimor, um dos maiores grupos de pesquisa do mundo, revela o que os brasileiros pensam do País.
Os entrevistados receberam uma lista com 24 palavras e tiveram que apontar quatro delas que definissem com exatidão a nação onde vivem. Metade das pessoas declarou que a palavra “desonesto” descreve a personalidade nacional

CORRUPÇÃO VIOLÊNCIA DESCASO DOS POLÍTICOS

Os brasileiros estão, afinal, desencantados. “O levantamento mostra um índice de insatisfação surpreendente”
Para explicar tanta desilusão, é só dar uma espiada no noticiário para conhecer a incivilidade que permeia a vida de cada um de nós. Em São Paulo, alguém esquarteja o corpo de um motorista de ônibus e espalha partes dele pela cidade. No Rio, amarram um negro num poste e o espancam. Em Brasília, presos graúdos passam o tempo vendo jogos de futebol em tevês de plasma, enquanto no resto do País os cárceres são depósitos humanos degradantes. Em Belo Horizonte, hospitais públicos recusam atendimento a uma criança à beira da morte. No Nordeste, faltam professores. Em quase todo o Brasil há escassez de água, e os governos, sejam eles de qualquer cor partidária, atribuem a culpa sempre aos outros, sem jamais assumir responsabilidades. Por onde se anda as pessoas reclamam do preço de tudo o que se consome, do tomate na feira, do iPhone na loja da Apple, da passagem de ônibus, do carro esportivo. A economia não anda. As obras da Copa não saíram como o prometido. Os políticos querem o poder apenas pelo poder. O trânsito é horrível. A violência bate à nossa porta. Como ser feliz em um lugar assim? “Os resultados da pesquisa demonstram que grande parte da população não confia nem no País nem no seu semelhante”

NÃO ACREDITA NAS INSTITUIÇÕES

O descrédito profundo nas instituições, quaisquer que sejam elas. Segundo o levantamento, 81% dos entrevistados disseram que, para realizar seus sonhos, dependem essencialmente de esforços individuais. Só 13% responderam que precisam do suporte do governo.

O INDIVIDUALISMO
As pessoas cultuam o mérito pessoal (é o popular “cada um por si”), em vez do trabalho coletivo. O individualismo exacerbado se reflete, na análise do historiador, em organizações sociais e governos frágeis a pesquisa também revela que o brasileiro não tem uma visão de País.

MANIFESTAÇÃO DE JULHO 2013, VOZES DA CLASSE “C”

O grau de insatisfação dos brasileiros começou a ser escancarado em julho do ano passado, quando milhares de pessoas foram às ruas gritar contra as coisas erradas do País. Mas é um equívoco dizer que tudo ficou ruim de repente. De certo modo, o desencanto tem a ver com o próprio despertar dos brasileiros. É inegável que o Brasil avançou em muitas áreas nos últimos anos. A miséria diminuiu, a classe C teve acesso a bens como jamais tivera, a renda dos trabalhadores aumentou. Mas será apenas isso que buscamos? Com o avanço da economia, os brasileiros passaram a conhecer outras realidades. Viajaram, foram morar fora e com a internet tiveram maior acesso à informação. Descobriram, enfim, que há muitos mundos por aí – e realidades mais amigáveis que a nossa.
De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar diante da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.
Se para a corrupção não há punição, a sociedade acaba se acostumando com as transgressões diárias das leis.

UM BRASIL DE DESONESTOS E VIOLENTOS

As características apontadas na pesquisa reforçam o estereótipo de que os brasileiros são simpáticos e charmosos, mas podem te passar a perna.
Isso realmente corresponde à realidade? Olhe para o lado e pense bem: a maioria das pessoas de seu convívio é desonesta? Elas querem levar vantagem sobre você? Não teria sido a impressão generalizada de desonestidade apontada na pesquisa um reflexo da má imagem que temos de nossos governantes? Não seria resultado dos índices chocantes de violência? 
Segundo a ONU, 11 das 30 cidades mais violentas do mundo são brasileiras. É desnecessário dizer que, por mais que o Brasil tenha alimentado uma lamentável escola do crime nos últimos anos, as pessoas de bem, claro, representam larga maioria. O interessante da pesquisa é que os brasileiros julgam o Brasil um país desonesto, mas avaliam a si mesmos de maneira positiva. “É natural atribuir a si qualidades, mas achar que os outros não as têm”, diz Weltman, da FGV. Se metade dos entrevistados acredita que a principal característica do País é a desonestidade, 58% se dizem dignos de confiança. Ou seja, o meu vizinho é mau, mas eu sou bacana. No fundo, o que a pesquisa revela é que o Brasil tem um milhão de problemas para resolver e é só com a indignação – e o desencanto – que dá para sonhar com um país verdadeiramente melhor.

#OziOE

janeiro 21, 2014

NADA SOMOS ALEM DO “SONHO DE UMA SOMBRA”

NADA SOMOS ALEM DO “SONHO DE UMA SOMBRA” E O BEM QUE PODEMOS TER VEM DE DEUS

O homem e como a erva.  A erva seca e a flor cai, mas a palavra do nosso Deus dura para sempre – Bíblia. Isa. 4. 07

Quando Deus criou o homem, colocou-o em seu domínio todas os outros seres viventes por causa da sua inteligência, mas limito-o  sobre o tempo e necessidade de sociedade. Visto que a solidão e o isolamento do ser humano tende ao definhamento e conseqüentemente é mais sujeito a doença e até a morte.
Mais em meio a todas essas verdades nós seres humanos sempre queremos ser melhor, a preponderância e prepotência são constantes em nossas vidas, chegamos até negar a existência de um ser superior, e o poder que o mundo tem sobre nós.

Toda esse poder e superioridade imaginaria que temos cai por terra quando a enfermidade nos atinge, pois passamos depender do próximo ou seja da sociedade para nos reabilitarmos.
Certo vez imaginei viver um dia não depender de ninguém só de mim, mais isso não poderia ser possível, por que sou limitado, dependeria de ar para respirar, da terra para sustentar-me,  do sol para aquecer-me... cheguei a conclusão; o quê seria de nós se esse Ser que nos provem tudo fosse como nos? Orgulhoso por não querer dividir nosso saber ou carência com ninguém. Insensível com as causas do outro. Indiferente para com o coletivo/grupo. Inseguro para com o futuro!...  


E, nessa vida só iremos ter alegria ou sucesso quando  pensarmos mais  amplo, abrangendo o coletivo, temos que inserirmos em nossas mentes  que não conseguimos viver em paz sabendo que  há guerra na sala de nossas casas.

O que muito me admira na criação do ser humano, é a complexidade de como foi construído, este emaranhado de células, pele, nervos, músculos, ossos, etc., a capacidade de raciocínio, a inteligência. É lindo imaginar o poder e a sabedoria de quem o criou.
Mais ao mesmo tempo em que é perfeito – ou parece ser – é instável ou exposto, pois basta uma pequena bactéria... eu disse pequena não foi? Pois é, mentir! É muito menor. Então vamos lá. Basta uma minúscula bactéria para uma infecção que degenera toda essa complexidade e nos leva ao fim da vida.

Lembro-me da historia de um homem que foi ao encontro de Deus em pensamento e teve o privilégio de ter sua petição respondida, e esse homem pediu ‘sabedoria’ sobre todas as coisas, e assim Deus o fez. E em toda a sua existência não havia homem mais sábio, ele foi um grande guerreiro, o melhor rei da história e compôs as melhores poesias, contos e hinos.
Mais ao fim dos seus dias ele pôs a debater e escrever sobre a existência do homem/mulher aqui na terra. Buscou motivo pelo qual o homem pudesse ser satisfeito, ou se orgulhar na vida, e em toda sua sabedoria concluiu que; nada faz com que o homem viva completo em seu viver, ele resume assim “... a infância deve se preparar para a mocidade, e a mocidade para a velhice, que por sua vez para a morte. Tudo é passageiro, o esforço leva ao cansaço, a alegria é fruto de uma tristeza. Todo dever do homem consistem em temer a Deus e em guardar os seus mandamentos”

Escrevi isso em 2009... Foi um prazer ter você lendo esse texto até aqui ..
OziOE    

Comentem, corrija, discordem, por favor.             

janeiro 04, 2014

A SOLIDARIEDADE HUMANA


VEJA O QUE É SOLIDARIEDADE HUMANA 

Por favor, não deixe de Ler (e se você se emocionar com eu, fique feliz ainda não perdemos a sensibilidade).
Gostaria de compartilhar este vídeo que retrata uma pequena reportagem contando um ato de amor incrivelmente LINDO. E por isso gostaria de compartilhar com vocês. Não pensem que este será mais um vídeo engraçado, ou sem importância, porque não é. Com ele, aprendi que todos nós podemos fazer uma grande diferença neste mundo muitas vezes tão cruel e sem amor ao próximo. Que quando agimos com amor e humildade, seremos recompensados para sempre!

(Vejam o filme, imperdível!).
http://www.youtube.com/watch?v=9Xgmz1O-Rtk

A melhor atitude que um homem deve ter na vida é a solidariedade, e quando essa vem despretensiosamente parece que vemos Deus na vida de alguém que o fez.
Oxalá que tivéssemos muitos Nicolas Winton em nossos dias, ou melhor, será que um dia terei essa destreza! Melhor ainda... como seria bom que se algum desses candidatos que estão em disputa eleitoral em vez de soltar farpas, discutirem o que fizeram, mostrar proposta solidária para um país mais justo, com uma boa educação, saúde e segurança. (mas que o faça sem pretensão nenhuma)

Obrigado
Miranda, #OziOE

dezembro 23, 2013

A ÉTICA NAS INSTITUIÇÕES SOCIAL E NA ESCOLA


ÉTICA NA ESCOLA E NA VIDA
Reprodução de um artigo do Gustavo Ioschpe em veja 18 dezembro de 2013,
Não se abstenha a ler esse artigo pois certamente te levará a grandes benefícios social.
Quando leio artigos como esse, fico triste porque não são muitos que interessa por leitura para que essa "ética" e o despertar por mudança não acontecem na sociedade, nesse mundo de curtir e compartilhar essa geração está perdida sem conhecimento profundo.
Estamos na era do "resumo" do imediatismo, a juventude não está nem aí para a política, a corrupção está em toda instância da sociedade e a mudança (e ética) é uma semente plantada no terreno seco e duro e para piorar é regado semanal com um conta-gotas. – OziOE

O peso histórico de um evento é determinado pelo que lhe sucede. A prisão dos mensaleiros tem tudo para ser um dos acontecimentos mais importantes da história brasileira em décadas, mas só os nossos próximos passos dirão se será um ponto de inflexão ou um ponto fora da curva. Se o mensalão for o primeiro de muitos casos em que banqueiros, congressistas e ex-ministros vão para a cadeia por seus delitos, as próximas gerações verão este ano como o ponto de virada. Se, pelo contrário, essas prisões forem apenas a exceção que confirma a regra, um caso isolado em que as instituições funcionaram, então os historiadores do futuro verão o mensalão como uma curiosidade. É difícil prever, mas confesso que não vejo muitos motivos para justificar o otimismo a curto prazo. Porque ter uma Justiça ágil e rigorosa contrariaria quatro pilares que me parecem basilares na formação do Brasil.
O primeiro é o corporativismo. Somos o país dos interesses de grupo. Não pensamos nem agimos como indivíduos, mas como categorias. Uma das corporações mais poderosas é a dos advogados. É muito numerosa (871 000 advogados no país, mais procuradores, juízes…), organizada (a OAB é tão influente que tirou do Estado o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão) e poderosa: dos 100 congressistas mais importantes do país segundo o Diap, dezenove são advogados. Nosso sistema penal criou intermináveis apelos, chicanas e exceções. Quanto mais longo é um julgamento e quanto maior é o número de instâncias, maiores são a remuneração de advogados e a necessidade de juízes e promotores. (“É a preservação do direito de plena defesa dos réus! ”, dirão nossos causídicos, cumprindo a regra de sempre apresentar a luta pelos benefícios corporativos como uma batalha pelo bem comum.) Precisaríamos que os deputados-juristas mudassem um sistema que beneficia seus pares. É difícil. Ainda mais quando incríveis 38% dos nossos congressistas são réus no STF.
O segundo é o nosso pendor cristão-filossocialista de achar que todo criminoso é vítima de um sistema social injusto, e não um agente capaz de fazer as próprias escolhas. Alguém que merece nossa compaixão, e não punição. A ditadura durou 21 anos. mas seu rescaldo está sendo ainda mais longo: nossos legisladores ficaram com tanta (e justificada) ojeriza às prisões arbitrárias de um regime de exceção que criaram um sistema em que é improvável condenar alguém com bom advogado. (Esse é mais um dos casos em que a teoria da defesa dos despossuídos se transforma em uma prática que garante a sua danação, como em todos os populismos.)
O terceiro é a nossa secular desigualdade de renda. É mais difícil seguir o princípio básico da democracia — a igualdade perante a lei — quando na sociedade há uma clivagem tão aparente entre os que muitas vezes se comportam como se estivessem acima da lei e a grande maioria, abandonada pelo Estado e desprotegida.
O quarto e mais importante de todos: verdade seja dita, não somos um povo que prima pela ética. Basta ver os políticos que elegemos para nos representar e o que eles fazem. Para aqueles que acreditam que, mesmo em um sistema democrático, nossos eleitos são piores do que seus eleitores no quesito ética, convém ver os resultados de uma pesquisa Ibope de 2006 (todos os dados aqui mencionados estão em twitter.com/gioschpe). Ela mostra que, apesar de a condenação à corrupção ser quase universal. 75% dos entrevistados confessam que, se eleitos para cargos públicos, cometeriam ao menos um delito de uma lista contendo treze possibilidades (coisas como mudar de partido em troca de dinheiro, contratar empresas de familiares sem licitação, pagar despesas pessoais não autorizadas etc.). 69% dos entrevistados também admitem já ter transgredido leis para levar vantagem (dar caixinha ao guarda, sonegar impostos, inflar gastos médicos para o seguro-saúde etc.). Essa falta de ética se irmana à fraqueza do nosso aparato de Justiça para dar origem a um ciclo vicioso em que há mais delinquência porque a confiança na absolvição é grande, e o fato de tantos sermos delinquentes torna improvável a criação de leis mais duras contra os delituosos.

Como romper esse ciclo? Só vejo dois caminhos. Um é o de uma ditadura benevolente, que mude as leis na marra. Rejeito-o liminarmente. O segundo é formando cidadãos melhores, que elegerão representantes melhores e mais probos, que farão melhores leis.
Essa formação pode vir de uma série de fontes. Desde a família até clubes de escoteiros, instituições religiosas etc. Mas o melhor candidato, disparado, é o sistema educacional. Porque é nele que crianças e jovens passam boa parte do seu tempo, é nele que são socializados, é nele que aprendem sobre atos virtuosos de grandes homens e mulheres (e também sobre os nefastos) e nele estão em um ambiente hierárquico e regrado, onde há figuras de autoridade capazes de punir desvios de conduta.
A escola brasileira é antiética. Em geral, há desprezo pelos alunos e seus esforços. Os professores faltam ao trabalho uma enormidade
Se um marciano chegasse ao nosso país e acompanhasse nossas discussões educacionais, acreditaria que somos o país cujo sistema educacional oferece a melhor formação ética da galáxia. O assunto é infinitamente discutido e priorizado, a ponto de uma pesquisa da Unesco que traça o perfil do professorado brasileiro mostrar que para 72% de nossos mestres a finalidade mais importante da educação deveria ser “formar cidadãos conscientes” — só 9%, por contraste, falam em “proporcionar conhecimentos básicos”. Sabemos que essa missão não está sendo cumprida. Principalmente porque um sistema educacional não tem esse poder — a pregação de um professor não vai reverter os efeitos de uma sociedade permissiva e de um Judiciário ineficazes. Mas também porque a prática de nossas escolas é o oposto de sua pregação.
A escola brasileira é antiética. Em geral, há desprezo pelos alunos e seus esforços. Os professores faltam ao trabalho uma enormidade. Fazem greves de meses, com motivações muitas vezes políticas, prejudicando gravemente o andamento dos estudos. Mesmo quando há aula, o tempo é desperdiçado. Uma pesquisa do ano passado do Banco Mundial mostrou que só 64% do tempo previsto de aula é gasto com tarefas de ensino — um terço dele é perdido em outras atividades ou sem atividade alguma. Mesmo no tempo de aula, o despreparo docente é aparente. As aulas são chatérrimas; boa parte do tempo é devotada a copiar matéria do quadro-negro — o que pode ser um ótimo exercício de caligrafia e uma maneira de um professor despreparado preencher os cinquenta minutos de aula, mas não tem nada a ver com educação.
Finalmente, quando todo esse processo é avaliado, as fraudes são constantes: não me recordo de uma única prova em toda a minha vida de estudante em que não houvesse cola. Em alguns casos, gritante. A grande maioria dos professores faz que não vê. No máximo dá uma indireta. Que diferença do ambiente nas universidades americanas que cursei, em que a primeira página de cada prova continha uma declaração de aderência ao código de ética da universidade, cuja assinatura era obrigatória para todos os alunos, e que especificava a punição para os coladores: expulsão. Nunca vi sequer um aluno colando. Há suporte empírico para essa observação casual: um estudo de dois acadêmicos portugueses em 21 países mostrou o aluno brasileiro em quinto lugar no ranking da cola em universidades.

Aqui há uma discussão conceitual importante. Muita gente verá esses dados e dirá que a escola é apenas um reflexo da sociedade. Se a sociedade brasileira é desonesta, é normal que a escola também o seja. O problema é que, para avançarmos, precisaremos que as instituições sejam melhores do que a média nacional. Enquanto nossa escola for um retrato do país, o país não mudará. Temos de exigir das escolas um desempenho ético superior. Não é fácil. Todas as forças e incentivos existentes conduzem à inércia. Mas são indispensáveis. A melhora educacional precisa vir antes da melhora social. Foi assim nos países de sucesso. Espero que seja assim aqui também. São os meus votos para 2014.

Autor: Gustavo Ioschpe  em Artigos Veja 18 dezembro de 2013

agosto 08, 2012

DESIGREJADO

O QUE VIR NA VIDA PESSOAL, FAMILIAR, RELIGIOSA, POLITICA E FUTURO EM 18 PARÁGRAFOS

Esse artigo é para quem tem paciência de ler, pois é grande, gastei algumas horas para escrever, eu gostaria que todos lesse esse, pois nele estar a reflexão de uma vida e um pouco a exposição/explicação do que passa em minha mente após a morte do nosso pai. E algumas explicação para as preocupações que todos têm de mim e de como tenho levado a minha vida desde então.
 
IGREJA? CHUTEI O BALDE
 
No inicio da minha juventude vivi como um exímio cristão, todos os dias buscava a presença de Deus, estava todos os dias na igreja juntamente com alguns amigos que tinha o mesmo ideal, viver em Cristo e buscar a presença do Espírito Santo de Deus. E assim nos encontrávamos varias vezes por semana, seja para orar (na salinha no fundo da igreja, ou no templo nos dias que não havia reuniões), evangelizar, fazer estudos bíblico, e até vigília em algumas casas. Foram momentos maravilhosos na presença de Deus e de amigos, (lembro com saudade dos encontros na casa da Ana Carolina e suas irmãs Ana Paula e Ana Claudia, era muito agradável ter companhia do Isaac Barbosa, Cleber Roberto, Fernanda Silva, Gilson Antonio, Kellia Oliveira, entre outros. Mas como tudo no universo é impermanente, passageiro e incerto essas parcerias foram desfeita por situações  pessoais, profissionais e  acima de tudo a distância. E com isso também fui distanciando da vivencia na igreja  - em algum momento penso que “um relacionamento cristão também é fundamentado de parcerias e amizade pois sem isso somos influenciado com as coisas seculares”  - Particularmente o  divisor de águas foi frustrações pessoais e curiosidades, busquei ensinamentos, e me aprofundei  nas histórias das religiões ouvir e vir coisas que  desfez alguns tabus  - aqui eu afirmo que “a maioria das religiões  é  fundamentada no tabu, medo”  (diferente de temor) ou seja, obscurecimento  ou omissão de certas verdades, e mais ainda,  não podemos viver sobre influencia de certos líderes pois eles (assim como todo ser humano) são fracos e não se afirma na verdade, hoje alguns desses “eclesiásticos” que eu (ou nós grupo) eram admoestado se tronou homossexual (Lanna Holder – ímpia e disseminadora da sodomia), político narcisista (M. Feliciano,  que outrora era uma atalaia e hoje é um politico de rosto desfigurado pela vaidade, eleito pela influencia que tivera mais amordaçado pelo partido) e outros hereges disseminadores de doutrinas diferentes da Bíblia e manipuladores da grande massa evangélica  que é composta de pessoas humildes e carente de assistências social, por isso os induz a campanhas esdrúxulas e idólatras expondo esses ao ridículo. Mas o principal interesse desses e encher seus bolsos de   ofertas as custas de sacrifícios de humildes. Diante disso ratifico que, “ na vida cristã temos que nos fundamentar em Cristo, somente!” Esquecer essas formulas, invenção ou reinvenção humana, viva o básico, o tradicional. Ai mesmo onde você estar, tu pode viver em Deus ou agrada-lo, basta reconhece-lo como Salvador.


Percebe ao ler os parágrafos acima (você que mi conhece) que passei a ser um questionador ou provocador de reflexões, não sei por que sou assim, mas a única coisa que sei é que não posso ficar de frente para um comutador e diante de um editor de texto, ou até mesmo com um caderno e uma boa caneta, que passo a colocar para fora tudo que estar em minha mente. Sou uma pessoa solitária incompreensiva para alguns, (acabei de discutir com uma pessoa por isso) amada para outro. Se me perguntar, você é feliz? Eu responderia que tenho felicidade em algumas áreas da minha vida.


    Por outro lado do que diz o titulo desse texto, as consequência dos  que chutaram o balde por não frequentam igreja periodicamente  e deixaram as coisas de Deus de lado e vive intensivamente na vida secular (trabalham muito para não ter tempo de pensarem igreja e ter a desculpa de que estar cansado quando passa o fim de semana em casa) elas passam a viver com um incomodo (o tal “vazio” que se tornou clichê nas pregações) uma carência espiritual, uma necessidade de esta com pessoas como o Isaac, João Batista, Cleber Roberto, que sempre discutíamos sobre assuntos deliciosos, de temas variados regada a alguma bebida e comida saudável, e sempre acabava a refletir o infinito amor de Deus por nossas vidas.

Outra coisa que tem influenciado e tornou-me uma pessoas assim (não sei definir-me)  foi ter bebido da agua da democracia, conhecer através de leituras meus direitos, passei a abominar a injustiça desses manipuladores do poder seja na esfera governamental, eclesiástica ou familiar, tenho compreendido o poder da sociedade e percebo também que como sociedade estamos diante de teias  fortíssima de manipulação e ainda a todo tempo somos enfeitiçado pelo poder midiático.  As grandes massas vivem sobre as migalhas de programa assistencialista Governamental, e não sabe que como cidadão tem o direito a Saúde (e ir a um hospital e ser atendido com dignidade), educação (ao estar dentro da escola ter um ensino de qualidade) etc... (não vou mas falar sobre isso pois tem muito artigo, e estudo sobre isso) Hoje a nossa sociedade se resume assim. Os fortes se impõem. Os fortes se tornam mais fortes. Os ricos se tornam cada dia mais ricos. Os desprovidos de meios, seja por riquezas ou por violência, são cada vez menos capazes de se defender contra a onda de injustiça e de exploração. 

O cenário é angustiante. Pelo menos os que conseguem enxergar um pouco além das suas paredes certamente não vivem tranquilos. Tranquilidade, felicidade e paz neste mundo são reservados para os alienados, os loucos, as crianças e os que abraçam uma fé de outro mundo.


Vejo claramente a profunda tragédia da existência humana. Há dias em que me perco num pôr do sol e lembro-me das minhas tristezas, dos meus desapontamentos, das decepções, dos amigos que se mostraram menos que amigos, dos conselheiros em quem depositei confiança e que me fizeram bem. Só que hoje não é mais assim. Meu mundo encolheu mais um pouco. Minha história ficou mais um pouco complicada. Meu mundo ficou um pouco mais pobre e no silêncio passo a gritar, Fere a minha alma, e me pergunto: “Até quando, Senhor? Será que a vida toda vai ter que ser isso? Altos e baixos? Alívio e estresse, seguido de mais alívio e mais um baque?”.

Fico imaginando o que se passa na mente de um Governador, Presidente ou pessoas influentes ao ver que há outros que sofrem.  Como a dor de uma criança que morre de fome, um bairro que não tem saneamento básico e quando os que têm a mão nos cofres financiam projetos faraônicos que avançam a sua carreira de vaidade e poder.

Vamos nos manifestar? Vamos empunhar placas nas ruas. Já sei, pintemos a cara. Isso. Quem sabe ajudaremos os jornais a preencher mais uma coluna na primeira página. Eles agradecem, certamente. Pois é pelo espetáculo que conseguem vender. Enchemos os bolsos dos donos do picadeiro. Sim, porque pelo espetáculo ajudamos a dar mais um brilho à tragicomédia pública que desfila nas telinhas.
Vamos votar em alguém. Certamente alguém vai dar um jeito nisso tudo. Só que já vi candidatos nobres mergulharem no caldo do Estado e, anos depois, com um olhar envidraçado, parecem peões parados num tabuleiro sobre o qual eles não têm controle nenhum. Paladinos cujo cavalo foi para o brejo. Suas espadas enferrujadas e penduradas lembram que um dia criam em algo. Seus nomes chegaram a significar algo nobre, um dia. Mas faz tempo que não ouvimos mais deles.

Não creio que o mundo vá mudar. Mas meu coração ainda dói. Vejo alguém com necessidade e quero ajudar. Jesus nos ensinou a fazer isso. Mais ainda, o Espírito nos move. Compaixão é uma palavra que literalmente descreve um movimento das entranhas. Algo que nos impulsiona do fundo do nosso ser. Só que o mundo nos deixa brutalizados e calejados. De tanto assistir às barbaridades pela televisão, de tanto ser bombardeados por um tsunami de tragédias, absurdos, injustiças e violências, ficamos como quem não consegue mais se mover. Afinal, começar onde? Vamos acabar com a escravatura mais antiga do mundo? Sim, porque há 600 milhões de indianos, conhecidos como “intocáveis”. Eles são escravos das classes mais avantajados. Têm que viver sua vida inteira em absoluta e inquestionável subserviência. Suas mulheres são estupradas sem que esse ato bestial redunde nas menores consequências para os seus agressores. Se o mundo inteiro se mobilizasse, conseguiríamos fazer uma diferença? Mas e o meio ambiente, o tráfico de escravos, as experiências das empresas farmacêuticas em vilarejos africanos e os genocídios movidos pelo mercado de petróleo? Qual dos males deste mundo vamos resolver de vez?

Ah, então vamos fazer algo, porque temos tanto, enquanto outros têm tão pouco. Só que 40% do mundo nunca viram um telefone, não possuem mais do que uma roupa e não têm onde dormir. Além do mais, 40% da população mundial irão dormir esta noite com uma dor quase insuportável por causa da fome. Quem tiver o que comer e mais de uma roupa, na escala mundial pode ser considerar rico! Ainda mais se tiver um teto sobre a sua cabeça!

“Quem é o meu próximo?” Essa foi a pergunta proposta a Jesus. Sua resposta foi simples. Quem estiver à mão. As nossas dores são reais. As do nosso próximo podem ser menores ou maiores. Por onde vou começar a tratar desta dor que enche o meu peito na calada da noite? Por onde vou começar a buscar o que certamente minha alma busca, sem que a minha cabeça saiba o que seja?
Começo de joelhos. Começo pedindo misericórdia. O mundo é um lugar absolutamente enlouquecedor. O mundo é um lugar hostil, violento, absurdamente enorme, com problemas cujas dimensões extrapolam a minha imaginação, o meu conhecimento e os meus meios.

Vou abraçar a minha esposa e minha filha e lhe dar beijos. Sei que, de todos os problemas que há no mundo, o dela é o que está mais próximo. Vou ajudar quem eu puder. Vou chorar mais um pouco. E vou orar. “Senhor, venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade assim na terra como no Céu…. pois…. TEU É O PODER….”. Há consolo nisso? Só pela fé. É uma solução? Não creio que seja, pelo menos não a final. Mas certamente é um bom começo.
 
Todos nós temos algo para compartilhar, não importa onde esteja na vida nem quais suas habilidades ou recursos. É possível mudar sua vida e a de quem precisa, tudo que tem de fazer é começar neste exato momento e onde estiver.

OziOÊ - O Filho de David
Oziel Miranda
@OziOE

IGREJA? CHUTEI O BALDE















































































































julho 21, 2011

E O QUE FAZEM OS POLÍTICOS?

E o que fazem os políticos?

Para um cidadão brasileiro que tem em media 2 filhos é afixado  (após dias de votação)  um Salario Mínimo de R$ 788,00. ( e olhar que para receber isso ele tem que trabalhar bastante!)

E o Deputado Federal? Porque tem que ganhar  R$ 33.700,00 para não fazer nada

Entre salários e benefícios, um deputado federal ganha MENSALMENTE mais de R$ 146 mil.

Nossos  professores que perdem noites para preparar uma aula para nos ensinar, tem que viver  com o misero R$ 1.917,00 no final do Mês.(em média R$ 16,95 por hora)
 Isso, eles vivem com essa quantia  para preparar para nossas vidas para o futuro! (Fonte g1)

E porque há milhares de Vereadores ganhando em média R$ 15.000.00 para não fazer nada?

Cada vereador MENSALMENTE  tem cerca de R$ 130 mil para verbas com pessoal (folha 2015)

Um policial vive com R$2.901,00 para arriscar sua vida pela segurança de Sociedade; um Bombeiro R$ 2.826,70 (Concurso 2014-RJ) para salvar a vidas dos cidadãos; e o médico para manter e nos ajudar a ter uma boa saúde 4.600.00. (fonte exame)


E porque esses políticos tem que viver sobre a mordomia  de carros, cassas, viajem, pago por nós cidadão de bem que vive na labuta para sobreviver?

QUE TAL  ELES TER QUE USAR O TRANSPORTE PÚBLICO OU SER USUÁRIO DO SUS?


 Você concorda com isso? Então retweet, divulguem esse protesto:

#NÂOPRECISAMODE MAISVERADORES!

#POLITICOVAGABUNDOFORA!

#CHEGADECORRUPIÇÂO!


Veja acima o depoimento de Prof. Amanda Gurgel em uma audiência pública sobre a situação dos professores no Brasil...

Que pena que depois da repercussão desse vídeo quase nada mudou..

OziOÊ 
Twitter : @OziOE


maio 26, 2011

PL122 - SOCIEDADE CEGA MUDA OU SURDA?



Democracia ameaçada



O que incomoda nessa PL122 é que esses parlamentares estão dizendo que é a vontade da sociedade, ou seja, eles dizem que estão representando uma maioria, o que não é verdade... se eles fossa leais, buscaria fazer uma pesquisa ou até mesmo um referendo (uma votação pela sociedade) ai sim saberíamos mesmo se a sociedade é a favor ou não.  


Sei que essa lei será aprovada mais dias ou menos dias, pois a maior manipuladora de opinião – a TV – estar em plena campanha durante seus programas de maior audiência. A única contradição que deve ser revista é o respeito pelas opiniões contrárias, pois se uma lei é aprovada para se opor a liberdade de expressão, e aos dogmas religiosos (porque se algumas religiões não aceitam ou aprova a união homossexuais deverão ser respeitada) não estamos exercendo a democracia e a o direito de um pais laico. 


Se as comunidades homossexuais querem direitos ou respeitos por sua categoria, devem respeitar os direitos e deveres que já estão impostos, e outra, não vai ser da noite para o dia que essa sociedade a qual se diz “preconceituosa” e (e eu chamo de antagônica a essas modernidade por causa da sua época em que viveu) vai aceitar um casal do mesmo sexo andar pela rua sem ser percebido (com um olhar de incomodado). 


Por favor, não me venha dizer que é uma vontade da sociedade brasileira uma lei que não aceita ter opiniões contaria são homossexualismo, e que assim se portar é homofóbico. Querem empurrar na sociedade goela abaixo uma lei que não tem nem 10 anos de discussão. Temos leis mais pontuais a serem aprovada, que tal cuidar de nossa educação, saúde, infraestrutura para sedar a copa do mundo.



OziOE
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